Pinhalzinho – O promotor Público, Edisson de Melo Menezes, da Comarca de Pinhalzinho anexou no começo desse mês ao processo envolvendo o assassinato do professor do Instituto Federal Catarinense de Concórdia, Juares Ogliari, as alegações finais antes da sentença de pronuncia que deve levar o acusado de cometer o crime a júri popular.

O acusado pelo crime é o próprio sobrinho, Natan Ogliari, que continua preso aguardando desdobramentos do processo. Ele foi preso, dias depois do crime apontado como autor de tentativas de homicídio contra seus parentes e o assassinato do tio.

O crime ocorreu no dia 31 de dezembro de 2017, por volta das 22h30 em Linha Boa Vista, interior de Pinhalzinho. O autor foi ao local com uma arma de fogo e disparou contra os parentes. Natan Ogliari estava encapuzado para evitar ser reconhecido pelos parentes. Foram pelo menos 10 tiros.

Segundo apurou a Polícia Civil, o rapaz cometeu o crime por vingança em razão de desavenças provocadas por questões de herança. O próximo passo depois das alegações finais é a sentença de pronúncia que poderá levar o réu a julgamento popular.

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